terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Dá para fazer Pedagogia na Facemp

O que é o FIES?

O "Programa de Financiamento Estudantil (FIES)" é destinado a financiar a Graduação no Ensino Superior de estudantes escolhidos com base em critérios socioeconômicos, desde que estejam regularmente matriculados em instituições não-gratuitas cadastradas no programa e com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação (MEC).
  • Permite ao estudante financiar até 100% do curso superior presencial, pagando R$ 50 por trimestre.
  • Os juros são de 3,4% ao ano e o período de pagamento é de até três vezes o período do curso a ser financiado.
  • Carência de um ano e meio, possibilitando o início do pagamento só depois do término do curso.
  • Bolsistas parciais do Prouni, estudantes de um dos cursos de licenciatura ou estudantes cuja renda familiar per capta seja de até 1,5 salário mínimo por mês não precisam de fiador.
Agora você pode.

Ludicidade e aprendizagem

A criança é um ser lúdico que faz suas próprias construções através do brincar, do encenar, do estabelecimento de vínculos afetivos e de situações prazerosas que a auxiliam na construção e na reorganização de suas ideias e sentimentos sobre o mundo, as pessoas e sobre si mesma.
Ela amplia o conceito de mundo através da estimulação de suas habilidades, de desafios propostos, partindo do pressuposto de que já existe nela uma capacidade de adquirir o conhecimento, ou seja, que ela é um sujeito participativo e interativo na construção do conhecimento e de seu processo de desenvolvimento.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Olhares sobre a infância

Edição especial da revista Educação apresenta pesquisas dos mais conceituados especialistas da cultura e sociologia da infância do mundo


Os recentes estudos sobre a infância não restringem esse fenômeno a um conceito de imaturidade biológica, mas o relacionam a uma construção social. É justamente esse o ponto de partida do especial Cultura e Sociologia da Infância, da revista Educação. A publicação reúne artigos de pesquisadores de universidades brasileiras sobre dez referências mundiais na área de sociologia e cultura da infância: Alan Prout, Gilles Brougère, Jens Qvortrup, Jorge Larrosa, Loris Malaguzzi, Manuel Sarmento, Matthew Lipman, Régine Sirota, Tullia Musatti e William Corsaro.
 
A Sociologia da Infância é um movimento surgido na Europa e em alguns países de língua inglesa a partir da década de 1980 e busca compreender o mundo da perspectiva da criança. A francesa Régine Sirota, da Universidade Paris Descartes, por exemplo, estuda temas pouco abordados, como as festas de aniversário infantis como um processo de socialização. Este assunto é um dos destaques do especial.

Outro trabalho de relevância abordado pela publicação é o do dinamarquês Jens Qvortrup, professor emérito da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, na Noruega. Considerado um dos fundadores da Sociologia da Infância, seus pressupostos teóricos e metodológicos sustentam conceitos presentes nesse campo de estudo. Entre suas constatações está a de que as forças políticas sociais e econômicas influenciam as vidas das crianças ao mesmo tempo em que estas influenciam os cenários social, político e cultural.
Já as contribuições de William Arnold Corsaro, professor da Universidade de Indiana, se dão no sentido de questionar as concepções clássicas sobre os processos de socialização. A partir de métodos etnográficos, ele apresenta a criança como coconstrutora de sua inserção na sociedade e na cultura e não como receptora passiva.

E se o campo da Sociologia da Infância ainda é recente, deve-se sua chegada ao Brasil ao português Manuel Jacinto Sarmento, professor titular do Instituto de Estudos da Criança (IEC) e da Universidade do Minho em Portugal. Seus estudos comprovam que as crianças são produtoras de saberes e conhecimentos sobre suas experiências cotidianas. Experiências estas que estão muitas vezes ligadas ao uso que fazem das tecnologias, foco das atuais pesquisas de Allan Prout, professor de Sociologia e Estudos da Infância da University of Warwick, no Reino Unido.
No que diz respeito às culturas da infância, a publicação apresenta o filósofo e pesquisador francês Gilles Brougère que se dedica a estudar as relações entre jogo, cultura infantil de massa, educação pré-escolar e educação informal. O artigo traz uma reflexão sobre o brinquedo e a produção cultural da infância e também discute a necessidade de encontrar alternativas pedagógicas que coloquem no mesmo espaço as formas lúdicas e educativas.

As ideias do revolucionário educador italiano Loris Malaguzzi também estão presentes na edição. Malaguzzi fundou no pós-guerra, em conjunto com pais e mães, uma escola de educação infantil na cidade de Reggio Emilia. A partir dos anos 1970, o trabalho de participação das famílias na gestão das escolas é intensificado e favorecido pelo cenário político da época, permitindo que se consolidasse o protagonismo da criança e uma pedagogia da escuta, das relações e das diferenças.

Ainda pouco conhecido entre os estudiosos da primeira infância, o pensamento do autor espanhol Jorge Larrosa Bondia, professor na Universidade de Barcelona, ganha uma introdução nesta publicação. Ele propõe um método, o ensaio, como um lugar possível para pensar o presente. Neste artigo, são apresentados dispositivos pedagógicos, das linhas de força que se reiteram nas práticas educacionais, além de reflexões sobre a literatura e o pensamento, a liberdade e o riso.

Já a italiana Tullia Mussatti, pesquisadora no Instituto de Psicologia do Conselho Nacional de Pesquisa (CNR), em Roma, e professora na Universidade de Milão e na de Florença, se dedica a estudar temas relacionados à qualidade de vida das crianças nas instituições educativas. Ela defende que a criança deve ser vista em sua completude e tratada em sua cultura para que a qualidade de vida da infância possa melhorar.
Por fim, o volume é encerrado com um artigo sobre o legado de Matthew Lipman. O filósofo e educador norte-americano, falecido recentemente, idealizou um programa de filosofia para crianças. Para ele, somente a filosofia é capaz de ajudar as crianças a pensar de forma crítica, criativa e cuidadosa sobre si mesmas e o mundo que as rodeia.

Cultura e Sociologia da InfânciaPreço: R$ 29,90
Disponível nas bancas e na loja virtual da Editora Segmento

Leia a introdução do especial escrita pela professora Teresa Cristina Rego, da Faculdade de Educação da USP (Feusp)

Fonte: http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/0/olhares-sobre-infanciaedicao-especial-da-revista-educacao-apresenta-pesquisas-dos-279748-1.asp

Obrigatoriedade da Educação Infantil


A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) desde 1996 até o ano de 2009 estabelecia como dever do governo oferecer educação infantil gratuita às crianças a partir dos seis anos de idade. No entanto, com a emenda constitucional 59 de 11 de novembro de 2009, tornou obrigatório ao governo oferecer educação básica e gratuita dos 4 aos 17 anos de idade.

Educação Infantil - Obrigatoriedade do governo
Diante do que fora estabelecido com essa emenda constitucional observou-se a necessidade, então, de fazer valer o dever dos pais e responsáveis de matricular as crianças de quatro e cinco anos de idade na Educação Infantil.

Assim sendo, em cinco de abril de 2013 foi sancionada pela presidenta Dilma Russeff a Lei 12.796, publicada no Diário Oficial da União, a qual determina alterações na LDB, onde estabelece o dever de se matricular as crianças a partir dos quatro anos na pré-escola.

De acordo com o Ministério da Educação, essa nova lei funciona como uma modernização da LDB de 1996 e das demais emendas realizadas até o presente momento. Identifica-se, ainda, a divisão da educação básica em: pré-escola, ensino fundamental e ensino médio.
As escolas municipais e estaduais têm até o ano de 2016 para garantir que as crianças estejam matriculadas nessa idade. Perante a atual mudança na educação evidencia-se que essa nova lei surge como uma necessidade de obrigar os responsáveis a matricular suas crianças na escola a partir dos quatro anos de idade, visto que para o governo já era obrigatório oferecer vaga nas instituições municipais e estaduais para tal faixa etária.

Por: Renata Ferreira da Silva


Festa de Encerramento

         Mais um ano se passou e os bons momentos da vida, feitos de tudo o que é forte, simples e belo, como um olhar, um sorriso, um gesto de amizade foram apreciados e cultivados. Muitos desafios foram vencidos e outros objetivos foram lançados. 
Por tudo isso, realizamos uma festa de encerramento para os alunos de Pedagogia para celebrar as vitórias , manter acesa a chama do compromisso, do otimismo e da vontade de continuar fazendo um curso de Pedagogia cada dia melhor.